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O amor: um ato de bondade e inteligência

Nos tempos que correm, em que mundo precisa de um boost de amor, falemos deste sentimento que é cada vez mais um ato de bondade e inteligência. E o grande erro do nosso século foi julgarmos que o amor é só um sentimento que vai e vem.

Quem o diz é o psiquiatra e escritor espanhol Enrique Rojas. O homem de quem se fala em Espanha, pelos seus livros de autoajuda, veio a Lisboa munido de mais um título ‘ O amor inteligente ‘, que promete alargar os mais de três milhões de exemplares vendidos, desde que apostou na escrita dirigida ao cidadão comum.

O que a palavra amor significa?

” O vocabulário tornou-se equívoco e existem várias notas que são interessantes. Primeiro, o amor é aprovar. Quando eu amo uma pessoa, há um sinal interno. Dizemos aprovado como nota básica. Amar é desejar.

O Dicionário da Língua Espanhola tem uma distinção muito interessante, que é lembrada por María Moliner, entre querer e desejar. Querer é do ponto de vista imediato, enquanto desejar é a determinação. Para mim, a felicidade consiste na administração inteligente do desejo, na qual existe uma boa relação entre o que eu queria e o que consegui ” lembra Enrique Roja.

Por outro lado, diz-nos que nos amores imaturos, que hoje são uma legião, a vontade não conta.

A vontade é a capacidade de fazer algo determinante, que não tem um resultado imediato. Declarado numa vontade mais comportamental, é a capacidade de adiar a recompensa… A vontade é fundamental. Em polir, corrigir, limitar e trabalhar os aspetos da personalidade em que colide com a do outro.

O especialista diz ainda que é preciso trabalhar, nesse sentido, de maneira concreta. Uma pessoa sem vontade é uma pessoa imatura, como um catavento que depende do vento, do momento.

Depois, vem a inteligência.

A inteligência é saber combinar bem a equação da vida pessoal e, neste campo, a vida conjugal. Existem muitos tipos de inteligência. A intelectual, a prática, a social, a analítica, a sintética, a inteligência emocional discursiva teórica, que tornou-se moda com o psicólogo americano Daniel Goleman, e que é a combinação do coração e da cabeça, muito cerebral e muito emocional, tudo de uma vez. Ajuda-nos a ‘ gerir ‘o amor de forma razoável.

O amor com a cabeça,  não perde frescura, ou sentimentos, mas lhe dá textura, solidez.

Tudo isto parecem ideias teóricas longe do prático. Mas esforcemo-nos para tornar práticas estas ideias e talvez mudemos o pensamento que temos do amor, a forma como o vivemos. E até mesmo como ‘ olhamos ‘ o mundo que nos rodeia.

Dr Enrique Rojas imagem do site VISÃO

http://ieip.es/el-amor-inteligente/

https://www.wook.pt/livro/o-amor-inteligente-enrique-rojas/223574

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