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Azamor é o melhor tinto do Alentejo para o Reino Unido

A notícia orgulha esta adega boutique no Alentejo. Isto porque, nos Sommelier Wine Awards são eleitos os melhores vinhos disponíveis no competitivo setor on-trade, onde se incluem hotéis, restaurantes e bares/pubs. A classificação é rigorosa e tem em conta critérios como versatilidade do vinho, autenticidade, potencial gastronómico e, mais importante, relação qualidade-preço, a única informação que o júri tem no momento da prova cega.

O Azamor Tinto 2014 passou no teste e conquistou o júri, recebendo a classificação mais alta do concurso. De acordo com a nota de prova oficial, este vinho é “merecedor da medalha de ouro, uma decisão que o júri considerou fácil.” Entre os vários profissionais do setor que provaram e avaliaram o vinho, destaque para reconhecidos sommeliers como Gabriele Galuppo, do restaurante Theo Randall (Hotel InterContinental London Park Lane) ou James Fryer, do restaurante Portland.

Na base deste vinho está um blend de castas tradicionalmente portuguesas (Touriga Nacional, Touriga Franca e Trincadeira) e castas internacionais (Syrah, Merlot, Alicante Bouschet e Petit Verdot). O resultado é uma harmonia perfeita entre nariz e boca: à explosão aromática de fruta madura juntam-se as notas de especiarias, conferindo-lhe complexidade, elegância e um final suave.

O produtor traz ainda para Portugal uma medalha de prata, atribuída ao Azamor Selected White 2015. Este vinho, o único branco da casa, é produzido a partir de uma seleção cuidada das castas de Antão Vaz e Arinto, apresentando um perfil altamente gastronómico e bastante equilibrado nos aromas a fruta delicada e paladar mineral.

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Turista Acidental

Turista Acidental

Antes de escrever e fotografar, a minha alma nómada já me fazia andar de um lado para outro. Fui cigana, por eles “adoptada”, e com eles andei entre 1982 e 86. Destas andanças resultou o livro “Filhos da Estrada e do Vento”, uma recolha de contos, ouvidos em muitos serões à roda da fogueira, e um documentário para a televisão, uma série de 4 episódios sobre a vida e costumes deste povo. Seguiu-se uma curta carreira de arqueóloga. O meu sonho, na altura, era ser Egiptóloga… mas não passei das planícies alentejanas e do norte de Itália.
Em 1992 comecei a escrever e fotografar sobre viagense colaborei com várias revistas como a Máxima, Grande Reportagem, Fortuna, Volta ao Mundo, Activa, Exame, Viagens, etc. Na Visão iniciei a secção das Viagens da revista. Em 95 lancei a “Rotas e Destinos”, como editora. Em 2000 resolvi lançar as minhas próprias revistas,“B de Brasil”,exclusivamente sobre o Brasil e a HS- Hotéis de Sonho.
Em 2009 deixei as edições em papel e comecei a dedicar-me ao online com a criação da turistacidental.com,onde dou dicas das coisas boas que há pelo mundo fora.
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